Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Terça-feira, 19 de Maio de 2009
Pitões das Junias - S. João da Fraga
“ A CAMINHADA ONDE NADA FOI POR ACASO”

P.S. ( ZÉ RUY, VOLTA QUE ESTÁS PERDOADO )
Mais um domingo e mais uma caminhada que chegou…
E que caminhada essa…
Cerca das 7h30 começavam a chegar os primeiros aventureiros a casa do Pedro, mas como sempre, lá tivemos nós de esperar por alguns… O Ricardo, o Joel e o Zé…
Depois de cair tanta chuva lá nos fizemos ao caminho que nos esperava ainda mais chuvoso… Curvas e mais curvas para lá chegarmos, com chuva e muito nevoeiro, o que sendo um pouco perigoso, tornava a paisagem em algo de singular…
Como não poderia deixa de ser, tenho de fazer referência às inúmeras vacas, que gostaram muito do carro do Ricardo que quase lhe entravam pelo vidro dentro… Será que foi do carro ou foi mesmo do Ricardo que elas gostaram? Fica a dúvida…
Chegados à Aldeia de Pitões das Júnias logo avistamos a Capela de São João da Fraga e pouco a pouco lá rumamos ao nosso destino... A caminhada começou muito bem, principalmente para o Zé, que fez logo as honras da casa… Caiu… Momento digno de se recordar… E lá prosseguimos sem grandes percalços, quer dizer, sem quedas, mas ora com descidas, ora com subidas…
As passagens pelos riachos, pelas pontes, por entre aqueles arbustos, enfim, não há muitas palavras para descrever tamanho cenário… Finalmente chegamos ao fim, ao fim mas é das descidas, porque agora uma escarpada subida nos esperava... A subida que nos levaria à Capelinha… Subimos, subimos e paramos para ganhar forças, pois
como o Zé dizia “Estou atordoado”… Voltamos a subir e eis que chegaram os degraus que nos pressagiavam a chegada ao pináculo daquela imensa montanha… Aí foram tiradas algumas, diria muitas fotografias, e foi também o local da nossa recuperação alimentar…
Bem podemos dizer que foi um almoço muito animado, principalmente com as picardias do nosso casal Miguel e Manuela, aquilo era banana para cima, banana para baixo, meu deus, demais mesmo, e como disse o Ricardo, aquilo lá em casa deve ser animação total…
Chegado o momento do café e do licor, e como não podia faltar, lá veio o Miguel com o seu SURTIDO com U, e todo partido, disse a Manuela…
Acabou o almoço, e aproveitamos aquele limite de horizonte para tirarmos a foto de grupo, para depois continuarmos com a nossa caminhada…
Bem, e agora é que foram elas, com mais uma invenção do Pedro e do Joel, lá fomos nós pelo sentido oposto daquele que nos levaria ao nosso trilho inicial… E se antes de almoçar, tivemos uma subida, agora tínhamos uma clivosa descida… E não nos restou grande
alternativa se não descer… E descemos, descemos e descemos, sempre com o objectivo de chegarmos à Cascata, e realmente valeu a pena ver toda aquela paisagem… Continuamos com o nosso corta mato, sim, porque agora já não havia trilho para ninguém, agora era mesmo a abrir caminho, até que encontramos um escadaria, aquilo parecia que nunca mais acabava…
A nossa próxima paragem era no Mosteiro, onde para lá chegarmos fomos lado a lado com um riacho que nos deliciou, e que diga a Clara, que sentiu bem o calor da água, e depois de algumas quedas inesperadas, lá se saiu o Pedro “Cuidado que aqui escorrega” e não é que escorrega mesmo… Ele caiu… É verdade, o Pedro caiu… Chegados ao Mosteiro aproveitamos para matar novamente o bichinho da fome e tirar mais algumas fotografias… Continuamos com o percurso, e agora voltávamos à aldeia, onde ainda tivemos tempo para vaguear lá pelas ruas e ver mais algumas coisas, igreja, escola, o ECOMUSEU que se encontrava fechado (pode ser que na próxima esteja aberto), e até os animais que passeavam nas ruas silenciosas, quer dizer, silenciosas até que a Clara decidiu novamente soltar a sua vocação de cadelinha do grupo e aí quebrar todo aquele silencio, pois aquilo parecia tornar-se num concerto canino..
As horas passaram e chegou ao fim mais uma caminhada, mas ainda houve tempo para mais uma foto do grande, grupo que ficará na memória de todos, com certeza…
Por volta das 18h45 rumamos a Famalicão, onde chegamos eram 20h30.
Despedimo-nos e esperamos pela próxima…
Obrigada pelos bons momentos…
E que caminhada essa…
Cerca das 7h30 começavam a chegar os primeiros aventureiros a casa do Pedro, mas como sempre, lá tivemos nós de esperar por alguns… O Ricardo, o Joel e o Zé…
Depois de cair tanta chuva lá nos fizemos ao caminho que nos esperava ainda mais chuvoso… Curvas e mais curvas para lá chegarmos, com chuva e muito nevoeiro, o que sendo um pouco perigoso, tornava a paisagem em algo de singular…
Como não poderia deixa de ser, tenho de fazer referência às inúmeras vacas, que gostaram muito do carro do Ricardo que quase lhe entravam pelo vidro dentro… Será que foi do carro ou foi mesmo do Ricardo que elas gostaram? Fica a dúvida…
Chegados à Aldeia de Pitões das Júnias logo avistamos a Capela de São João da Fraga e pouco a pouco lá rumamos ao nosso destino... A caminhada começou muito bem, principalmente para o Zé, que fez logo as honras da casa… Caiu… Momento digno de se recordar… E lá prosseguimos sem grandes percalços, quer dizer, sem quedas, mas ora com descidas, ora com subidas…
As passagens pelos riachos, pelas pontes, por entre aqueles arbustos, enfim, não há muitas palavras para descrever tamanho cenário… Finalmente chegamos ao fim, ao fim mas é das descidas, porque agora uma escarpada subida nos esperava... A subida que nos levaria à Capelinha… Subimos, subimos e paramos para ganhar forças, pois
como o Zé dizia “Estou atordoado”… Voltamos a subir e eis que chegaram os degraus que nos pressagiavam a chegada ao pináculo daquela imensa montanha… Aí foram tiradas algumas, diria muitas fotografias, e foi também o local da nossa recuperação alimentar…Bem podemos dizer que foi um almoço muito animado, principalmente com as picardias do nosso casal Miguel e Manuela, aquilo era banana para cima, banana para baixo, meu deus, demais mesmo, e como disse o Ricardo, aquilo lá em casa deve ser animação total…
Chegado o momento do café e do licor, e como não podia faltar, lá veio o Miguel com o seu SURTIDO com U, e todo partido, disse a Manuela…
Acabou o almoço, e aproveitamos aquele limite de horizonte para tirarmos a foto de grupo, para depois continuarmos com a nossa caminhada…
Bem, e agora é que foram elas, com mais uma invenção do Pedro e do Joel, lá fomos nós pelo sentido oposto daquele que nos levaria ao nosso trilho inicial… E se antes de almoçar, tivemos uma subida, agora tínhamos uma clivosa descida… E não nos restou grande
alternativa se não descer… E descemos, descemos e descemos, sempre com o objectivo de chegarmos à Cascata, e realmente valeu a pena ver toda aquela paisagem… Continuamos com o nosso corta mato, sim, porque agora já não havia trilho para ninguém, agora era mesmo a abrir caminho, até que encontramos um escadaria, aquilo parecia que nunca mais acabava…A nossa próxima paragem era no Mosteiro, onde para lá chegarmos fomos lado a lado com um riacho que nos deliciou, e que diga a Clara, que sentiu bem o calor da água, e depois de algumas quedas inesperadas, lá se saiu o Pedro “Cuidado que aqui escorrega” e não é que escorrega mesmo… Ele caiu… É verdade, o Pedro caiu… Chegados ao Mosteiro aproveitamos para matar novamente o bichinho da fome e tirar mais algumas fotografias… Continuamos com o percurso, e agora voltávamos à aldeia, onde ainda tivemos tempo para vaguear lá pelas ruas e ver mais algumas coisas, igreja, escola, o ECOMUSEU que se encontrava fechado (pode ser que na próxima esteja aberto), e até os animais que passeavam nas ruas silenciosas, quer dizer, silenciosas até que a Clara decidiu novamente soltar a sua vocação de cadelinha do grupo e aí quebrar todo aquele silencio, pois aquilo parecia tornar-se num concerto canino..
As horas passaram e chegou ao fim mais uma caminhada, mas ainda houve tempo para mais uma foto do grande, grupo que ficará na memória de todos, com certeza…Por volta das 18h45 rumamos a Famalicão, onde chegamos eram 20h30.
Despedimo-nos e esperamos pela próxima…
Obrigada pelos bons momentos…
Carina e Jorge
P.S. ( ZÉ RUY, VOLTA QUE ESTÁS PERDOADO )
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009
Portela do Homem - Minas das Sombras
Finalmente cheguei a junta de freguesia de Gavião as 6.45h onde estavam um grupo de jovens muito bem dispostos, fomos apresentadas como as meninas de Guimarães sendo o resto do pessoal já conhecido pelos vistos. Fomos de boleia com a Lurdes e o Zé-Rui (figura engraçada devo dizer) que nos levaram para a dolorosa. Chegados lá e já enjoadas com aquelas curvas, começamos a subida, e eu mal me aguentei pensei que ia morrer logo no inicio, o meu coração ia saindo pela boca, mas como não sou de desistir toca a levantar e continuar sempre atrás do Pedro que é sem duvida o homem do leme, mas tenho que referir que Joel é um elemento essencial sem o mapa ninguém lá chegava.
Acho que andamos cerca de 3h sempre a subir, finalmente o Pedro teve uma ideia genial comer (eu já estava mesmo fraquinha). Apesar do frio e do vento, olhar para aquela paisagem é sem dúvida reconfortante. Quando pensava que já se tinham acabado as subidas não é que aparecia mais uma, que desespero. Mas porreiro foi quando começamos o percurso de regresso que para mim foi sem duvido o momento mais animador, mal eu sabia o que me espera.
Eu bem avistei o caminho de terra lá no fundo mas para lá chegar foi uma grande aventura, lá ia o Paulo e a Lurdes, a frente cheios de experiência, que me eram muito úteis pois eram sempre os primeiros a cair naquelas buracos cobertos de mato, mas embora a experiência deles fosse alguma, não evitaram por nos enfiar no meio da selva, sem saída a vista a única coisa era rir e tentar encontrar um caminho de saída; cada vez o caminho de terra tava mais perto e finalmente chegamos, tínhamos feito 12 km não era brincadeira todos arranhados e sujos parecíamos concorrentes do surviver. Eu adepta de dietas não resisti a comer o maçapão que o Zé-Rui me ofereceu. Tivemos que esperar pelo resto do povo que também estavam num santo Cristo
E lá fomos final
mente pelo caminho de terra todos partidinhos até que se fez luz e avistamos alcatrão, finalmente chegamos acho que já nem sentia as pernas, nem nada.Tirada a fotografia de grupo era hora do café e do licor tão esperado que o Zé trouxe durante todo o caminho. Apesar de passarmos o dia juntos só me apercebi que havia mais alguém de Guimarães (o Nuno) no final, mas mais vale tarde do que nunca.
Gostei muito e espero repetir a experiência, pois pior de que isto não deve haver.
Verónica / Célia
Ps : não me esqueço do licor de maracujá Açoriano que prometi ao Zé-Rui)
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krachtbal
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Trilho do Turio - Serra da Cabreira
“A NOSSA ESTREIA NOS TRILHOS DOS CALCANTES”
Já há muito tempo que queríamos partilhar o nosso gosto pela montanha com alguém que era “veterano” no pedestrianismo, até que esse dia chegou, e lá fomos nós para uma grande aventura…. E que aventura essa…
Eram cerca das 08h45 quando nos concentramos junto à casa do Pedro (chefe, pelo menos é o que lhe chamam). Aí fomo-nos apresentando aos poucos uns aos outros, à medida que foram chegando. Após uns breves minutos lá nos pusemos a caminho, mas não por muito tempo, pois a primeira paragem fez-se logo passado dois minutos para um cafezito, e depois sim, seguimos em direcção ao centro de Vieira do Minho, sim, ao centro, pois ainda não se sabia lá muito bem onde era o começo do nosso trilho.
Chegados a Vieira do Minho, o Zé dirigiu-se ao centro de turismo onde lhe foi dito o local de início, o Parque de Campismo da Cabreira, e assim foi, dirigimo-nos para lá.
Como de costume, e ao que parece o tio Zé Rui lá apareceu com uns croissants, mas mais uma vez não havia para toda a gente (para a próxima já sabes, levas 20) …
Acabados os croissants lá tentamos iniciar a nossa aventura, sim tentamos, porque naquele parque não existia nenhuma indicação do nosso trilho, mas como aventureiros que somos lá nos metemos a caminho…
E depois de já termos caminhado cerca de 3kms, ora para trás, ora para a frente, lá encontramos o inicio do nosso trilho, foi um momento digno de se partilhar… Estando já no Trilho do Turio, junto à Casa do Guarda, um pouco degrada sim, mas numa zona envolvente que lhe dava um certo destaque, lá continuamos e continuamos, sempre com a boa disposição de todos, mas tem de se louvar aqui o fala-barato que é o Zé Rui (aquele homem se não existisse teria que ser inventado) pois é mesmo uma espécie em vias de extinção…
O caminho lá se fazia, ora subíamos, ora descíamos, ora íamos calados, ora falávamos ( à excepção do Zé Rui que nunca fechou a matraca), mas o certo é que chegamos todos ao ponto do nosso almoço bem dispostos mas com um relógio na barriguinha a fazer tic-tac…
Lá almoçamos e depois tivemos o momento do café e do licor (ao que nos disseram de cereja) que o nosso amigo Zé levou e caiu que nem um luva…
Acabado o café e licorzinho, a marcha prosseguia, e mal sabíamos nós, os que nos esperava…
Subir, subir e subir….jpg)
Mais uma grande aventura, mais um engano no percurso (dizem que a culpa foi do Joel), será???
Mas valeu a pena todo aquele esforço, quer dizer, aqueles que caíram no meio do mato não devem dizer o mesmo, nem o Zé Rui, que tinha aquelas pernas num santo Cristo, mas tudo fica bem quando acaba bem, não é assim??…
E assim foi, chegamos ao cimo de toda aquela íngreme subida…
Continuamos com a nossa caminha, até que uns foram ficando para trás, e aí o Zé pegou no seu walki talki e disse ao Joel para vir para trás, pois o Zé queria ir ver a paisagem ao cimo de um monte…
Mas como eles já estavam um pouco “muito” à frente lá se ficaram e esperaram por nós…
Um dos momentos altos da caminhada, foi quando chegamos ao pé do restante grupo, que se encontrava no Parque de Merendas da Serradela”, e lá estava mais uma vez o nosso Zé Rui, a meter conversa com uns senhor ( ao que parece trabalha no parlamento do Luxemburgo), mas política à parte, no meio de conversa puxa conversa, o Zé Rui é que ganhou mais uma cervejinha, fino…
Aí foi tirada a foto do grupo, e acreditem ou não, aquilo parecia uma árvore de natal com tantos flashes, nem a festa dos OSCARS têm tantas luzes…
E lá continuamos nós para o fim da caminhada, que ainda se avistava um pouco longe, mas com este grupo fora de série, nem o cansaço que sentíamos nos vencia..
Pouco a pouco a nossa caminhada aproximava-se do final..
Chegamos novamente ao parque de Campismo da Cabreira, onde ainda faltava assar a chouricinha do Zé ou do Joel, não sei bem…
Mas mais uma vez, o Zé Rui tinha que se sair com uma, e diz ele “Eu quero comer a chouriça na casa do Pedro” e depois de alguma indecisão lá nos pusemos a caminho e nos encontramos novamente em casa do Pedro, onde fomos muito bem recebidos pela pequenina (muito pequenina mesma) e linda Ana Pedro, e depois de alguma conversa, lá veio o Zé com a sua chouriça assada…humm…que bom Zé…
Bem vamos deixar de tanta conversa, até porque esta caminhada já chegou ao fim, mas podemos dizer, que foi um domingo muito bem passado, na companhia deste maravilhoso grupo…
Só nos resta dizer um MUITO OBRIGADA pela vossa companhia e um ate breve…
Montanhas amigas para todos dos iniciados Calcantes,
Eram cerca das 08h45 quando nos concentramos junto à casa do Pedro (chefe, pelo menos é o que lhe chamam). Aí fomo-nos apresentando aos poucos uns aos outros, à medida que foram chegando. Após uns breves minutos lá nos pusemos a caminho, mas não por muito tempo, pois a primeira paragem fez-se logo passado dois minutos para um cafezito, e depois sim, seguimos em direcção ao centro de Vieira do Minho, sim, ao centro, pois ainda não se sabia lá muito bem onde era o começo do nosso trilho.
Chegados a Vieira do Minho, o Zé dirigiu-se ao centro de turismo onde lhe foi dito o local de início, o Parque de Campismo da Cabreira, e assim foi, dirigimo-nos para lá.
Como de costume, e ao que parece o tio Zé Rui lá apareceu com uns croissants, mas mais uma vez não havia para toda a gente (para a próxima já sabes, levas 20) …Acabados os croissants lá tentamos iniciar a nossa aventura, sim tentamos, porque naquele parque não existia nenhuma indicação do nosso trilho, mas como aventureiros que somos lá nos metemos a caminho…
E depois de já termos caminhado cerca de 3kms, ora para trás, ora para a frente, lá encontramos o inicio do nosso trilho, foi um momento digno de se partilhar… Estando já no Trilho do Turio, junto à Casa do Guarda, um pouco degrada sim, mas numa zona envolvente que lhe dava um certo destaque, lá continuamos e continuamos, sempre com a boa disposição de todos, mas tem de se louvar aqui o fala-barato que é o Zé Rui (aquele homem se não existisse teria que ser inventado) pois é mesmo uma espécie em vias de extinção…
O caminho lá se fazia, ora subíamos, ora descíamos, ora íamos calados, ora falávamos ( à excepção do Zé Rui que nunca fechou a matraca), mas o certo é que chegamos todos ao ponto do nosso almoço bem dispostos mas com um relógio na barriguinha a fazer tic-tac…
Lá almoçamos e depois tivemos o momento do café e do licor (ao que nos disseram de cereja) que o nosso amigo Zé levou e caiu que nem um luva…
Acabado o café e licorzinho, a marcha prosseguia, e mal sabíamos nós, os que nos esperava…
Subir, subir e subir…
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Mais uma grande aventura, mais um engano no percurso (dizem que a culpa foi do Joel), será???
Mas valeu a pena todo aquele esforço, quer dizer, aqueles que caíram no meio do mato não devem dizer o mesmo, nem o Zé Rui, que tinha aquelas pernas num santo Cristo, mas tudo fica bem quando acaba bem, não é assim??…
E assim foi, chegamos ao cimo de toda aquela íngreme subida…
Continuamos com a nossa caminha, até que uns foram ficando para trás, e aí o Zé pegou no seu walki talki e disse ao Joel para vir para trás, pois o Zé queria ir ver a paisagem ao cimo de um monte…
Mas como eles já estavam um pouco “muito” à frente lá se ficaram e esperaram por nós…
Um dos momentos altos da caminhada, foi quando chegamos ao pé do restante grupo, que se encontrava no Parque de Merendas da Serradela”, e lá estava mais uma vez o nosso Zé Rui, a meter conversa com uns senhor ( ao que parece trabalha no parlamento do Luxemburgo), mas política à parte, no meio de conversa puxa conversa, o Zé Rui é que ganhou mais uma cervejinha, fino…
Aí foi tirada a foto do grupo, e acreditem ou não, aquilo parecia uma árvore de natal com tantos flashes, nem a festa dos OSCARS têm tantas luzes…
E lá continuamos nós para o fim da caminhada, que ainda se avistava um pouco longe, mas com este grupo fora de série, nem o cansaço que sentíamos nos vencia..
Pouco a pouco a nossa caminhada aproximava-se do final..
Chegamos novamente ao parque de Campismo da Cabreira, onde ainda faltava assar a chouricinha do Zé ou do Joel, não sei bem…
Bem vamos deixar de tanta conversa, até porque esta caminhada já chegou ao fim, mas podemos dizer, que foi um domingo muito bem passado, na companhia deste maravilhoso grupo…
Só nos resta dizer um MUITO OBRIGADA pela vossa companhia e um ate breve…
Montanhas amigas para todos dos iniciados Calcantes,
Carina e Jorge
Clara e Nuno
Clara e Nuno
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| Trilho Turio - Serra da Cabreira |
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krachtbal
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Quinta-feira, 5 de Março de 2009
Trilho do Castelo
Uma aventura em terras de Bouro…
Tudo começou bem cedo, isto porque fico sempre muito ansiosa e
durmo com um olho aberto e outro fechado como diz a minha mãe, preparei me rápido e fui para a porta de casa esperar pelo super, hiper, mega padrinho, (tenho de escovar estamos a chegar a Pascoa) entretanto ele chegou na companhia da tia Lurdes e lá fomos até ao ponto de encontro na casa do chefe Pedro. Chegados lá ficamos a saber que o chefe não ia por motivos pessoais (Ana Pedro), acho justo os homens tem de ajudar as mulheres!
E lá fomos nós rumo a terras de Bouro explorar o trilho do castelo… chegados lá já estávamos com fome e a tia Lurdes deu nos um croissants a cada um éramos 7 ela tinha 6 mas o Zé Rui deu o dele disse que não se importava de não comer…e lá começamos nos a caminhar ora subíamos ora descíamos, as paisagens eram lindas muita pedra, casas antigas galinhas a passear, cabras, cavalos etc. O Zé, Joel, Pimenta, padrinho, tia Lurdes, Patrícia e eu a lá íamos caminhando… Até que encontramos um cavalo pequeno quase todo comido deve ter tido sido um lobo. Mais adiante perdi uma bota e torci um pé mas o bastão do Zé ajudou me. O padrinho continuou blá blá o croissants todo o caminho. Acabado o trilho fomos lanchar a um café e fomos directos para a casa do chefe Pedro aonde fomos muito bem recebidos e muito bem alimentados…Não era a nossa intenção, mas soube nos bem…
E assim foi mais uma grande aventura dos Calcantes.
durmo com um olho aberto e outro fechado como diz a minha mãe, preparei me rápido e fui para a porta de casa esperar pelo super, hiper, mega padrinho, (tenho de escovar estamos a chegar a Pascoa) entretanto ele chegou na companhia da tia Lurdes e lá fomos até ao ponto de encontro na casa do chefe Pedro. Chegados lá ficamos a saber que o chefe não ia por motivos pessoais (Ana Pedro), acho justo os homens tem de ajudar as mulheres!E lá fomos nós rumo a terras de Bouro explorar o trilho do castelo… chegados lá já estávamos com fome e a tia Lurdes deu nos um croissants a cada um éramos 7 ela tinha 6 mas o Zé Rui deu o dele disse que não se importava de não comer…e lá começamos nos a caminhar ora subíamos ora descíamos, as paisagens eram lindas muita pedra, casas antigas galinhas a passear, cabras, cavalos etc. O Zé, Joel, Pimenta, padrinho, tia Lurdes, Patrícia e eu a lá íamos caminhando… Até que encontramos um cavalo pequeno quase todo comido deve ter tido sido um lobo. Mais adiante perdi uma bota e torci um pé mas o bastão do Zé ajudou me. O padrinho continuou blá blá o croissants todo o caminho. Acabado o trilho fomos lanchar a um café e fomos directos para a casa do chefe Pedro aonde fomos muito bem recebidos e muito bem alimentados…Não era a nossa intenção, mas soube nos bem…
E assim foi mais uma grande aventura dos Calcantes.
Inês 11 anos
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krachtbal
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1:34
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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Portela do Homem Minas dos Carris
Impulsionados pelos nossos colegas que já são um pouco “veteranos” nos vossos trilhos partimos junto com eles nessa aventura, e que AVENTURA!!!! Uns dias antes andávamos constantemente a trocar sites de meteorologia, pois o tempo nessa semana andava muito chuvoso e não queríamos um baptismos logo no 1º trilho.... os sites enganaram-nos!!!! Davam chuva só para o meio da tarde e o certo é que quando nos encontramos com o restante grupo em GAVIÃO – Famalicão já a chuva miudinha caía. Depois de o grupo completo lá partimos rumo ao Gerês e a chuva, essa sempre a acompanharmos. A condução que estava a ser feita pelo Zé Tó não estava a ser nada facilitada pelo tempo porque o frio e a chuva tornavam a visibilidade muito fraca e claro ... o trio de mulheres no banco traseiro também não ajudava muito, aproveitavam para colocar a conversa em dia, já nem o ar condicionado era suficiente até que o condutor fez um ultimato ao mulherio: TUDO CALADO. Chegamos à Portela do Homem, todos se equiparam para a longa caminhada mas nós não imaginávamos o que nos esperava... O início do trilho foi mesmo junto à cascata de água, o grupo de 13 elementos respirou fundo e iniciou o percurso. O piso era muito irregular, eram só calhaus, calhaus e mais calhaus o que nos ía ajudando era a beleza da MÃE NATU
Plim Plim a caminhada chegou ao FIM....
Goreti Oliveira /Zé Tó
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| Carris |
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krachtbal
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13:39
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