domingo, 25 de março de 2007

Rapel no Penedo das Letras

Domingo 3 da tarde
A chuva ameaçava o vento soprava, íamos nós em direcção ao penedo das letras, para um rapelsinho e matar as saudades das descidas loucas. A meio do caminho a chuva aparece, com a trovoada a iluminar o céu: chegamos então ao topo do penedo das letras, onde se avistava Braga e do lado oposto o mar de Ofir (com as suas torres). Procuramos uma pequena parede fácil para todos poderem descer. Montando o material desci e fiquei no fundo a dar corda e a gritar pelo Castrol (que andava perdido a procura do penedo) e o Kim no topo a equipar o pessoal. A parede era muito facil e pequena, decidimos desmontar o material e deslocarmo-nos ate ao topo do penedo (ao cruzeiro) optamos então em descer a parede entre os rochedos (abertura) a inclinação era recta, com a saída um pouco complicada. O Kim avança, desce para fazer o teste no material a seguir vou eu, fico mais uma vez no fundo a dar corda, de seguida vem o Castrol “a dar gás”, puxei a corda e ele ficou logo ao meio da descida parado e por ultimo as “Damas”, devagarinho e com grande coragem desceram até ao fundo (outras mulheres ficaram no topo). Já se fugia a tarde, decidimos arrumar tudo e descer para ir ver o jogo entre os últimos, e assim foi mais uma aventura vivida pelos calcantes.
Marco Suiço
Rapel - Penedo das Letras

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