terça-feira, 22 de setembro de 2009

Lagoas de Bertiandos

Como o combinado, no dia 20/09, lá nos juntamos de novo para mais uma aventura. Chegando a conta gotas, lá se reuniram oito caminheiros, aventureiros e cheios de vontade de explorar novas descobertas, (eu, Clara, Nuno, Zé, Nuno “filho do Zé”, Verónica, Manuela e Miguel). Após alguma conversa, (que sempre ajuda a animar a malta), lá rumamos ao nosso destino (Ponte de Lima). Volta e mais volta, e nós confiando seriamente no nosso guia (Zé), deparávamo-nos com as dificuldades e as hesitações em encontrar o caminho certo, (Zé para a próxima leva GPS, é que tanta volta na rotunda deixa-me enjoada). Depois de ultrapassada essa dificuldade, em pouco tempo chegamos a Ponte de Lima (a fofoquice que se proporcionou durante a viagem também ajudou). Antes de chegar ao nosso destino, (Centro de Interpretação Ambiental, “início do trilho”), a Manuela sugeriu uma pequena paragem na quinta pedagógica (Quinta de Pentieiros), para fazermos uma visita. Uma vez que a caminhada ia ser de pouca distância (aprox. 12 km.), todos concordaram sem hesitar essa mudança de planos. Após adquirido o bilhete, lá iniciamos o nosso safari rural por entre uma variadíssima diversidade de animais, plantas aromáticas e medicinais. Para além de acharmos toda a visita muito interessante o que mais animou o grupo, e principalmente a Clara, foi a figura de uma girafa esculpida em madeira (devo dizer que muito pormenorizada), e de um cavalo metálico, que foi montado vezes sem conta para mais uma foto. Fotos tiradas, e já com um ratinho no estômago, abandonamos a quinta e dirigimo-nos para o ponto de partida, uma vez chegados surpreendemo-nos com a presença de um companheiro de caminhadas, o Jorge e a respectiva família, que de imediato e aproveitando a nossa presença optou por nos acompanhar. Um par de Kilómetros percorridos e juntos à margem do rio, decidimos fazer a nossa refeição e deliciarmo-nos com o nosso farnel. Depois de muitas sandes, grão-de-bico, Pringles (devo dizer que muito originais), café e licor, conseguimos reabastecer o nosso rico corpinho com novas energias. Terminado o banquete, iniciamos de novo a nossa caminhada, para chegar o mais rápido possível às tão desejadas lagoas. Após algum tempo a caminhar e de termos visualizado uma paisagem natural muito agradável, lá chegamos aos passadiços de madeira que nos guiavam por entre uma extensa e variadíssima fauna. Tudo muito calmo e muito natural até sermos interrompidos por um grito perturbador da nossa colega Clara, grito esse provocado pela queda de uma bolota que a atingiu, desconfio que tenha sido um esquilo… Terminados os passadiços e depois de muito andar decidimos fazer um pouco de batota e cortar caminho, para o tornar menor seguindo por outro trilho para benefício das crianças. Mas, o que mais me surpreendeu depois de muito caminhar, foi ter conhecimento de como os meus colegas estão bem informados sobre motéis, é verdade, assunto este que deu muito que falar, mas a pessoa mais indicada para este tipo de informações é o Nuno, este sim tem todo o conhecimento (porque será?!). Com tanta conversa rapidamente terminamos o percurso, depois de uma pequena pausa para recuperar energias, do merecido lanche e de muuiiiitas fotos regressamos à nossa querida terra, com vontade de repetir uma experiência semelhante o mais breve possível. Até lá!!!

Patrícia Costa

2 comentários:

brisa da montanha disse...

afinal temos homens com grandes conhecimentos no grupo.............
MOTEIS né................

Francisco Nuno disse...

Que caminha :) :) :) :) :) :) comprimentos para todos que foram.